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	<title>Rui Quinta</title>
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	<description>Art Direction, Work, Ideas and Experiences by</description>
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		<title>&#8220;Designer, porquê?&#8221; ou &#8220;Criativo, como?&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 18:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src=http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/criativo.jpg class=imgtfe hspace=0 align=right width=180  border=0>
Entrei para o IADE em 2000.
Tenho em mente, sem grande detalhe, estar na primeira aula do Paulo Silva, que na altura era professor de computação gráfica, &#8211; hoje, professor de tipografia e responsável pela nova cara da &#8220;artes&#038;leilões&#8221; &#8211; e de ter ficado envergonhado com uma das perguntas que estavam no questionário que tinha distribuído [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/criativo.jpg"><img src="http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/criativo.jpg" alt="criativo" title="criativo" width="400" height="291" class="alignnone size-full wp-image-682" /></a></p>
<p>Entrei para o IADE em 2000.<br />
Tenho em mente, sem grande detalhe, estar na primeira aula do Paulo Silva, que na altura era professor de computação gráfica, &#8211; hoje, professor de tipografia e responsável pela nova cara da <a href="http://www.arteseleiloes.com/">&#8220;artes&#038;leilões&#8221;</a> &#8211; e de ter ficado envergonhado com uma das perguntas que estavam no questionário que tinha distribuído pela turma.<br />
A pergunta era qualquer coisa como &#8220;Que revistas de design conheces?&#8221;.<br />
A resposta foi quase em branco. Na altura, tinha 3 exemplares da &#8220;Page&#8221; &#8211; uma revista portuguesa &#8211; e, para não deixar o questionário em branco, escrevi-a no papel. Olhei para o lado &#8211; como se aquele questionário fosse um teste decisivo e eu estivesse à beira de chumbar no meu primeiro dia de aulas &#8211; e li, na folha de um colega, &#8220;communication…arts&#8221;.  &#8211; Eu já ouvi isto, é-me tão familiar. Já li alguma? Uhm..não me parece. Bem, que se lixe, vou escrever também.</p>
<p>Isto fez-me voltar a pensar no porquê de ter seguido design. Dediquei-me a esta questão no ano passado quando fui convidado pelo Vasco Matias &#8211; um professor que me marcou bastante &#8211; a falar nas novas conferências do <a href="http://www.iade.pt/">IADE</a>.<br />
Tenho ido todos os anos ao IADE falar às turmas do Vasco e às Jornadas do IADE. Pego no computador, levo mais ou menos trabalhos, mais ou menos motivação e mostro em jorro o portfolio que fui criando nos últimos 10 anos.<br />
No ano passado, cansado, decidi que não fazia sentido repetir, que coisas &#8220;bonitas&#8221; estão na net, que as melhores conferências a que tinha assistido até hoje quase não tinham imagens e que o que é preciso é pôr a malta a pensar.<br />
A primeira pergunta da apresentação era: &#8220;Designer, porquê?&#8221;.<br />
Tinha tudo contra. Quando era puto queria ser jogador da bola, era epiléptico, nunca fiz testes psicotécnicos que me dissessem que devia seguir este ou aquele caminho, nas aulas de &#8220;visual&#8221; só era bom a ganhar apostas.<br />
Depois de muito puxar pela cabeça lá foram surgido algumas referências envergonhadas. Os desenhos da minha mãe. Com 15/16 anos, ela era uma excelente ilustradora. Tinha uma pasta cheia de desenhos dela e lembro-me de a guardar como se fosse um tesouro. Volta sim, volta não, lá tentava reproduzir alguns. Havia um papagaio que era o meu favorito.<br />
Os livros de geometria de 1969 dos meus pais. Gostava dos desenhos técnicos e do papel amarelo.<br />
As estruturas que construía com a minha bisavó. A minha casa estava em construção na altura e com os detritos de cimento e tijolo, construíamos pequenas casas coladas à parede traseira que dava para a piscina.<br />
Os desenhos publicados &#8211; integrei um programa especial no Colégio Vasco da Gama (CVG) &#8211; que teve início em 1985. Pelos vistos, era moda publicar livros com desenhos dos alunos dessas turmas. Desenhei um autocarro a subir o &#8220;Montejunto&#8221; e uma banda desenhada que retratava uma criança a ser atropelada depois de correr para a estrada atrás de uma bola. Desenhei uma viagem ao espaço.<br />
Tive informática desde os 6 anos no CVG &#8211;  já com canetas &#8220;touch screen&#8221; para quem não acredita &#8211; e em 88 fiquei em delírio quando vi umas imagens de galáxias no monitor do &#8220;City Desk&#8221; da minha irmã mais velha. O primeiro computador lá de casa.<br />
Os programas que mais usava eram o &#8220;Banner&#8221;, gastava papel até não poder mais, e um software de desenho de fractais. Era o delírio.<br />
Guardo desses tempos mais duas referências marcantes. Um professor que estava a tirar um curso de desenho, mostrava-nos os exercícios que me deixavam fascinado e uma professora minha, que era designer, pedia-nos a opinião relativamente a uns logótipos que tinha desenhado numa folha de papel. Atenção, desenhados a lápis. À parte disto, sempre me inspiraram os trabalhos dos meus colegas que com 8-12 anos &#8220;sabiam&#8221; desenhar.<br />
No fim do 9º ano tive de escolher qual a área que iria seguir nos próximos 4 anos. Ciências, Artes, Economia e Humanidades.<br />
Escolhi Artes e escolhi na hora, no momento em que estava com a caneta na mão a preencher o papel. Só isso.<br />
Já no liceu, numa outra fase, a minha professora de desenho avaliava os alunos pelo talento nato. Fizemos uns exercícios em que tínhamos de dar corpo a um texto. Desenhar o que sentíamos quando liamos o texto. De &#8220;fraco&#8221; a &#8220;dotada&#8221;, era a escala normal. Nas costas do meu desenho &#8211; tenho prova física para quem quiser ver &#8211; está a palavra &#8220;criativo&#8221;. Lá fiquei eu no meio sem perceber o que é que aquilo queria dizer.<br />
A Marta Ornelas ensinou-me a dizer &#8220;diiiiizáine&#8221; e não &#8220;dééézaine&#8221;, como oiço em todos os anúncios radiofónicos.<br />
Mais tarde, e num período em que trabalhei com o meu Pai à noite, passava o pouco tempo livre a imaginar logótipos para as empresas de pescado da Docapesca. Logos desses tenho às dezenas e em 1998/99, a régua, compasso e esquadro, desenhei o logotipo para a empresa do meu Pai. Um S e um D juntavam-se para desenhar um peixe. Um amigo ajudo-me a desenhá-lo com rigor no Autocad e depois, no photoshop, dei os toques finais com uns degradés de azul. Uma maravilha.<br />
Mesmo depois disto tudo, continuava a pensar seguir artes plásticas, talvez porque sempre me senti atraído por artistas deprimidas e esse desejo perseguia-me. Talvez essa opção fosse uma forma de prolongar a minha relação com as Artes e…com a Laura atrás do pavilhão das Artes.<br />
Pronto, passei a física à tangente, passei a desenho com distinção e a geometria descritiva com a melhor nota desse ano. Acabei o liceu e agora? Artes Plásticas ou Design.<br />
Passei pela tropa, como se não bastassem as artistas deprimidas para me deprimir, e decidi que o melhor era ficar por Lisboa e entrei para o IADE.<br />
Não foi porque soubesse o que era Design, ou porque tinha uma ideia concreta do queria para o meu futuro, mais uma vez, uma decisão tomada quase de forma irracional.<br />
E o que estava eu a dizer aos alunos do Vasco Matias? Que, basicamente, nunca tinha percebido como ali tinha ido parar, mas que já que lá estava, o melhor era aproveitar e que a pergunta a fazer a todos os que ali estavam não era &#8220;Designer, porquê?&#8221;, era &#8220;Criativo, como?&#8221;</p>
<p>Não saí da aula do Paulo Silva a correr para ir comprar a Communication Arts mas fui ganhando o gosto pelos livros e revistas de design e fui acumulando referências, imagens, guardando nomes, coleccionando cursos de tipografia, sound e web-design. Cheguei a sonhar com fontes e nos natais &#8211; lá em casa &#8211; começaram a trocar os &#8220;Ferrero&#8221; por algumas publicações que tinha indicado &#8211; tipo lista de casamento.<br />
Em 2003, no primeiro atelier onde trabalhei havia umas CA&#8217;s, em 2005 em NYC comprei umas quantas das décadas de 60/70.Coisas com pó e com peso e, por cá, fui coleccionando mais algumas ao longo dos últimos anos.<br />
A vergonha transformou-se em…interesse.</p>
<p>E como é que se aprende a ser criativo?<br />
Baseei a minha <a href="http://slidesha.re/dxv99r">intervenção</a> em três pontos que acho fundamentais.<br />
Estar atento, ouvir a crítica com um sorriso e aprender a errar.<br />
Estar atento não é ser o bem comportado da fila da frente que faz as coisas a direito. É ir na rua e saber qual o mupi que está à porta da faculdade, saber qual a fonte do logo da PT, é ler o artigo parvo do jornal que chamou a atenção, é comprar um cd pela capa, é ler um livro ao calhas, é ir ver uma conferência sobre meditação ou medicina fetal, tirar o último cd dos Junior Boys da rádio para ouvir o Dan Ariely no &#8220;pessoal e transmissível&#8221; da TSF. Estar atento é ouvir, ver, sentir e comer referências. Essas referências criam uma rede no nosso cérebro que nos permite fazer chamadas selectivas à medida dos problemas que vamos encontrando. Ou, resumindo, quanto maior o imput, maior a probabilidade de melhor ser o output.<br />
Ouvir a crítica com um sorriso ou para os designers mais novos e menos atentos, espremer o ego aos bocadinhos até ele rebentar. Nada melhor do que ter um professor ou um cliente a dizer que o nosso trabalho é uma merda sem que percebamos porquê. Não que às vezes os designers não tenham razão e que os clientes não tenham que ser formados ou informados, mas na maioria das vezes são os clientes que percebem o seu negócio e são os professores que percebem o caminho. É respirar fundo, acatar e pensar um bocadinho. E, como na maioria das vezes acontece, a reviravolta acaba sempre menos bonita mas mais eficaz. E isso é mau? O mercado precisa de diálogo.<br />
O terceiro e último ponto &#8211; aprender a errar &#8211; traduz-se numa palavra, experiência. E a experiência vem com trabalho. Mais que tudo, é preciso produzir e para produzir não é preciso clientes, é preciso paixão.<br />
Adoro esta citação do Jonah Lehrer: &#8220;You are constantly benefiting from experience, even if you are not consciously aware of the benefits. It doesn’t matter your field of expertise: the brain always learns the same way, accumulating wisdom through error.” </p>
<p>Hoje sinto-me no mesmo ponto em que estava em 99 ou 2000 &#8211; básico &#8211; porque não sei se gosto do que aí vem, porque não sei o que aí vem. Hoje, um pouco inflado por ver o <a href="http://reactor-reactor.blogspot.com/">José Bártolo</a> considerar o convite M&#038;G como um dos melhores trabalhos de design realizados em Portugal em 2006, tenho trabalho na Communication Arts, mas o mais engraçado é que parece que esta &#8220;página&#8221; está longe de ser um ponto final. É um degrau pequeno, muito pequeno. Daqueles em que se tropeça quando se anda distraído.</p>
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		<title>Design Battle</title>
		<link>http://www.ruiquinta.com/2010/08/design-battle-conferencia-lisboa-ccb-24-de-setembro/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 00:20:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conferência - Lisboa CCB - 24 de Setembro &#124; Design and Blog Sections]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Conferência - Lisboa CCB - 24 de Setembro &#124; Design and Blog Sections]]></content:encoded>
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		<title>A Batalha pelo &#8220;Design&#8221;.</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 23:51:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src=http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/dbattle_3.jpg class=imgtfe hspace=0 align=right width=180  border=0>
Em 2008, quando estava ainda à frente da Codex, conheci o José Manuel dos Santos.
1ª impressão: Este gajo é mexido. 2ª impressão: Este gajo não é parvo. 3ª impressão: O que é que o gajo está para ali a dizer?!
Continuo sem perceber se é o Zé (desculpa a informalidade, mas temos alguns amigos em comum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/dbattle_3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-648" title="dbattle_3" src="http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/dbattle_3.jpg" alt="dbattle_3" width="400" height="275" /></a></p>
<p>Em 2008, quando estava ainda à frente da <strong><a href="http://codex.pt/">Codex</a></strong>, conheci o <a href="http://www.divergedesign.com/PresentationLayer/conteudo.aspx?textoid=511&amp;menuid=13">José Manuel dos Santos</a>.<br />
1ª impressão: Este gajo é mexido. 2ª impressão: Este gajo não é parvo. 3ª impressão: O que é que o gajo está para ali a dizer?!</p>
<p>Continuo sem perceber se é o Zé (desculpa a informalidade, mas temos alguns amigos em comum no Facebook e hoje estou a sentir-me à vontadinha) que tem de agradecer à Codex o facto de ter acedido fazer toda a imagem visual do evento, se é a Codex que tem de agradecer ao Zé o facto de estar ligada a uma conferência tão importante e disruptiva como a &#8220;<strong><a href="http://www.dbattle.com/">Design Battle</a></strong>&#8220;.<br />
Mas, voltando atrás…</p>
<p>Em 2008 o Zé fez a <a href="http://www.divergedesign.com/">Diverge</a> que em 2009 fez a <a href="http://www.myqosmo.net/">Qosmo</a> da Delta que mudou o mercado que se prepara &#8211; de peito feito &#8211; para receber mais produtos da Diverge que é a empresa do Zé. Já o tinha dito no início, não foi?<br />
A Diverge, aos meus olhos, não é só uma empresa de design de produto, é uma empresa de ideias. E as ideias não se querem paradas.</p>
<p>No ano passado surgiu na Diverge a ideia de organizar uma conferência diferente. E, como estes meninos não brincam, a conferência vai ser tão diferente do que há para aí, que parece que a maioria de nós não está ainda preparada para ela.<br />
Li um comentário ao &#8220;Erro de Descartes&#8221; do António Damásio em que alguém dizia que quem lesse aquele livro ficava 10 anos à frente.<br />
Não digo que a Dbattle nos traga o futuro, mas trar-nos-á concerteza o presente que, normalmente, chega cá com 8 a 10 anos de atraso. Se é que me faço entender.</p>
<p>A DBattle vai estar cá para dizer aos designers o que é o mercado, para dizer ao mercado para que servem os designers e para dizer à comunidade que &#8220;design&#8221; é cada vez menos uma palavra fechada. Nos EUA e no resto do mundo, ela está a ser tomada de assalto pelos gestores e cabecilhas, empreendedores e visionários.</p>
<p>A Dbattle não vai trazer o &#8220;Bruce Mau&#8221; (acho que lhe chegaram a oferecer uma visita às Caves do Douro, mas como está a seguir um plano alimentar rigoroso, nem isso o convenceu), mas vai trazer a Ella Britton da <a href="http://thinkpublic.com/news/">ThinkPublic</a>, que vai falar sobre a importância do design como potenciador de mudança no sector público que se insere no tema &#8220;Design for Community&#8221;. Vai trazer o Jan-Cristoph Zoels da <a href="http://experientia.com/">Experientia</a> que vai estar na lista do &#8220;Design for Desire&#8221; e explica &#8220;Why a good experience is the main reason&#8221;. E vai trazer, por exemplo, e para não me alongar, o Ken McAlpine que é &#8220;só&#8221; o Vice Presidente da <a href="http://www.tomtom.com/">Tom Tom</a> e está na Lista &#8220;Design for the Market&#8221;.</p>
<p>A Dbattle vai decorrer no dia 24 de Setembro no CCB e os ingressos estão disponíveis para compra em <strong><a href="http://www.dbattle.com">www.dbattle.com</a></strong>.<br />
Caso tenham dificuldade em entrar no site, é natural. É que já fazem fila e são poucos os lugares!</p>
<p>Para verem algumas imagens do projecto gráfico podem ir à minha página:<br />
<a href="http://www.ruiquinta.com/tag/conference/"><strong>http://www.ruiquinta.com/tag/conference/</strong></a></p>
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		<title>Valeu a pena sonhar com o Inception.</title>
		<link>http://www.ruiquinta.com/2010/07/valeu-a-pena-sonhar-com-o-inception/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 16:28:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Gozem comigo os que acharem que sou parvo ou que estou a sonhar.
Gosto de filmes como o Fight Club que me fazem andar à porrada depois de sair da sala.
Gosto de filme como o Truman Show, como a ciência dos sonhos, ou o Inception que vi esta noite. São filmes que depois de me fazerem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/z75o-F6ja2I&amp;hl=en_US&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/z75o-F6ja2I&amp;hl=en_US&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></p>
<p>Gozem comigo os que acharem que sou parvo ou que estou a sonhar.<br />
Gosto de filmes como o Fight Club que me fazem andar à porrada depois de sair da sala.<br />
Gosto de filme como o Truman Show, como a ciência dos sonhos, ou o Inception que vi esta noite. São filmes que depois de me fazerem pensar &#8211; uns mais, outros menos &#8211; me fazem pensar sobre o que estou a pensar. E hoje já me dói-me a cabeça só de pensar que o C. Nolan &#8211; sendo um gajo inteligente &#8211; não era rapaz para fazer um filme parvo. Longe disso. Um homem fez um sonho. Há 10 anos sonhou com isso, aprofundou o tema como se vê pelo cruzamento interessante de ideias que vão desde o estudo de algumas novas abordagens &#8220;surreais&#8221; da física como os universos paralelos, à neurociência e ao estudo do processo da memória que ao que parece está linkado por níveis.<br />
O sonho, esse também está lá, e tal como o tempo que levamos entre o fechar e abrir de olhos, mantém-nos acordados e ligados à realidade. O sonho diz ao nosso corpo que estamos vivos e prepara-nos para a realidade, onde o nosso cérebro, curiosamente, se comporta de forma mais adormecida.<br />
Repito poucos filmes, mas cheira-me que esta semana passo outra vez por lá. Não porque precise de resolver alguma coisa na minha cabeça &#8211; o filme não é difícil &#8211; mas porque vale a pena.</p>
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		<title>Design Section 2006</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 11:14:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[80g Fresh Fruit - Branding]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[80g Fresh Fruit - Branding]]></content:encoded>
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		<title>Sem merdas. Ver um trabalho na Communication Arts, sabe bem.</title>
		<link>http://www.ruiquinta.com/2010/06/sem-merdas-ver-um-trabalho-na-communication-and-arts-sabe-bem/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 18:11:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src=http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/569.jpg class=imgtfe hspace=0 align=right width=180  border=0>
Mais à frente escreverei sobre o processo, sobre o cliente, sobre os autores e os designers, o João, o Ivo e  Susana.
Para já é só isto. Sabe bem.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/569.jpg"><img src="http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/569.jpg" alt="569" title="569" width="400" height="445" class="alignnone size-full wp-image-639" /></a></p>
<p>Mais à frente escreverei sobre o processo, sobre o cliente, sobre os autores e os designers, o João, o Ivo e  Susana.<br />
Para já é só isto. Sabe bem.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Entra, (n)o melhor restaurante de Lisboa?</title>
		<link>http://www.ruiquinta.com/2010/05/entra-no-melhor-restaurante-de-lisboa/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 18:53:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src=http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/entra.jpg class=imgtfe hspace=0 align=right width=180  border=0>
Há uns meses atrás fui à Vaqueiro fazer um curso de culinária e conheci o Chef Pedro, o mesmo do Chef Online do Continente (não sei se era suposto chibar-me disto…).
O Pedro ia abrir um Restaurante em Lisboa,  já tinha sócio, espaço e arquitecto, mas o Pedro ainda não tinha nome nem marca e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/entra.jpg"><img src="http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/entra.jpg" alt="entra" title="entra" width="400" height="292" class="alignnone size-full wp-image-634" /></a></p>
<p>Há uns meses atrás fui à Vaqueiro fazer um curso de culinária e conheci o Chef Pedro, o mesmo do Chef Online do Continente (não sei se era suposto chibar-me disto…).<br />
O Pedro ia abrir um Restaurante em Lisboa,  já tinha sócio, espaço e arquitecto, mas o Pedro ainda não tinha nome nem marca e estava assim um bocadinho a dar para o atrapalhado.<br />
&#8220;Olha Pedro (imaginem-me a dizer isto com um ar assim a dar para o fofinho), eu sou designer de profissão, tenho umas connections  no mundo do &#8220;bem fazer marcas&#8221; e acho que, juntando estes ingredientes te consigo ajudar a criar um restaurante à séria para poderes arrancar sem medos (mariquinhas o gajo).</p>
<p>Lancei o desafio à Joana Mouta (já a viram aí nuns videos a dançar comigo) e qual melga e mike, fizemos o &#8220;Entra&#8221;.<br />
Pois é, o &#8220;Entra&#8221; abriu na semana passada e, enquanto não tenho imagens do projecto todo para o colocar na secção de design, aproveito para promover o &#8220;Entra&#8221; do Pedro e do Luís</p>
<p>E promovo o <strong>Restaurante Entra</strong> porque vale a pena. Porque o espaço é sem peneiras, porque não há nenhum restaurante assim em Lisboa, porque o Luís  (que é um gajo assim mais mal educado),é o chef(e) responsável e é um cozinheiro exemplar (O Pedro acabou a servir à mesa e tem um bigode simpático), porque as paredes precisam do nosso calor e do nosso sorriso, porque a comida é farta mas sem cagança, é comida à séria, porque o Zé que serve à mesa tem uma tatuagem no braço, porque as ementas são em madeira e dão para para partir a cabeça aos gajos se a coisa correr mal e porque, como é óbvio, apaixonei-me pelo projecto e pela comida e acho que vale a pena sentir aquele espaço a transbordar e a suar.</p>
<p>Vá, <strong>Entra</strong>, senta-te e vem encher-nos de histórias.</p>
<p><a href="http://www.entra.pt"><strong>www.entra.pt</strong></a></p>
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		<title>Elisabeth Moch</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 17:38:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src=http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/Screen-shot-2010-05-17-at-6.28.26-PM.png class=imgtfe hspace=0 align=right width=180  border=0>
E pronto, caiu-me ao colo esta encomenda chamada Elisabeth Moch.
Estou há 3 meses a trabalhar em casa como freelas e companhia vem a calhar. No início estava apreensivo, não por ter de partilhar casa, mas por  ter de partilhar casa e escritório em casa.
Como as coisas não me saem mal em lista, cá vai:
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/Screen-shot-2010-05-17-at-6.28.26-PM.png"><img src="http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/Screen-shot-2010-05-17-at-6.28.26-PM.png" alt="Screen shot 2010-05-17 at 6.28.26 PM" title="Screen shot 2010-05-17 at 6.28.26 PM" width="400" height="267" class="alignnone size-full wp-image-628" /></a></p>
<p>E pronto, caiu-me ao colo esta encomenda chamada Elisabeth Moch.<br />
Estou há 3 meses a trabalhar em casa como freelas e companhia vem a calhar. No início estava apreensivo, não por ter de partilhar casa, mas por  ter de partilhar casa e escritório em casa.</p>
<p>Como as coisas não me saem mal em lista, cá vai:<br />
A Elisabeth é uma miúda linda que veio para Lisboa à procura de caminhos, é branca como a cal mas tem um sentido de humor bronzeado, é doce, sabe de cor os nomes dos jogadores da selecção portuguesa que jogaram o último campeonato da Europa e bateu palmas quando o Nuno Gomes entrou para os últimos minutos no jogo com a Olhanense, é do Benfica e do Colónia, é madrugadora, gosta de flores e pequenos jardins (fez maravilhas cá em casa), tem bolhas nos pés, tem uma tara com a Kirsten Dunst, é parecida com Kirsten Dunst, gosta da feira da ladra, é fã de Pastéis de Belém (&#8221;mas é fã? &#8211; é fã é!), é pequena mas crescida, é uma surpresa e, a partir de hoje, é convidada de honra cá da casa.</p>
<p>Ah, e já agora, em nota de rodapé, a Elisabeth trouxe os lápis, pincéis e as aguarelas, o portátil, o scanner e uma mala. A Elisabeth é uma ilustradora brilhante que já viu trabalhos publicados no NY Times ou Squire.<br />
<strong><a href="http://www.elisabethmoch.com">www.elisabethmoch.com</a></strong></p>
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		<title>Os cartões d&#8217;O Alfaiate (Troca de galhardetes com o Zé Cabral &#8211; O Alfaiate Lisboeta)</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 10:21:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src=http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/oa_card_2-150x150.jpg class=imgtfe hspace=0 align=right width=180  border=0>

&#8220;O Zé! O Zé foi a pessoa com quem passei mais tempo no liceu. O Zé é o gajo que não sabia o que fazer com vida e acabou a tirar sociologia. O Zé é um gajo que passou pelos aviões e hoje está num banco na Terrugem. O Zé descobriu há pouco que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/oal_card_1.jpg"><img title="cartao alfaiate lisboeta" src="http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/oa_card_2.jpg" alt="cartao alfaiate lisboeta" width="400" height="289" /></a></p>
<p><a href="http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/oal_card_1.jpg"><img class="alignnone size-full  wp-image-612" title="oal_card_1" src="http://www.ruiquinta.com/wp-content/uploads/oal_card_1.jpg" alt="oal_card_1" width="400" height="289" /></a></p>
<p>&#8220;O Zé! O Zé foi a pessoa com quem passei mais tempo no liceu. O Zé é o gajo que não sabia o que fazer com vida e acabou a tirar sociologia. O Zé é um gajo que passou pelos aviões e hoje está num banco na Terrugem. O Zé descobriu há pouco que o que ele gosta mesmo é de pessoas. O Zé é um gajo que dificilmente banalizará o que quer que seja que o provoque, porque simplesmente não consegue. O Zé precisa de ser encontrado. O Zé, para mim, este ano, está a ser o maior e melhor foco de inspiração na minha vida. O Zé é o meu melhor amigo.&#8221;</p>
<p>Enviei este e-mail no dia 17 de Novembro do ano passado, a uma amiga que me perguntou quem era o Zé.<br />
Como às vezes a inspiração não vem duas vezes, achei por bem colá-lo por aqui e assim fica quase tudo dito.<br />
O que fica por dizer, é que, eu é que sou o gajo dos cartões d&#8217;<a href="http://oalfaiatelisboeta.com"><span style="text-decoration: underline;"><strong>O Alfaiate Lisboeta</strong></span></a> e que estou orgulhoso daqueles rectângulos de 55&#215;85mm texturados, frente-e-verso em Português/Inglês, em papel de algodão, picotado para espalhar a mensagem a duas cores.<br />
Os cartões de um serão de conversa.</p>
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		<title>Sparklehorse</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 10:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Morreu a música fácil dos momentos mais difíceis. Mark Linkous dos Sparklehorse, suicidou-se no passado dia 6.
Em 2001 o album &#8220;It&#8217;s a Wonderful Life&#8221; fez &#8211; para mim, que reconheço, no que toca à música, às vezes sou um pouco extremista &#8211; uma ponte entre o &#8220;Ok Computer&#8221; e o &#8220;Funeral&#8221; dos Arcade Fire. Digo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/h7cXtu3-u6c&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://www.youtube.com/v/h7cXtu3-u6c&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Morreu a música fácil dos momentos mais difíceis. Mark Linkous dos Sparklehorse, suicidou-se no passado dia 6.<br />
Em 2001 o album &#8220;It&#8217;s a Wonderful Life&#8221; fez &#8211; para mim, que reconheço, no que toca à música, às vezes sou um pouco extremista &#8211; uma ponte entre o &#8220;Ok Computer&#8221; e o &#8220;Funeral&#8221; dos Arcade Fire. Digo isto, porque nos últimos 10-13 anos, talvez tenham sido os discos que mais horas passaram nos meus ouvidos.<br />
E pronto, agora não resta mais do que sorrir.</p>
<p>Fica o &#8220;Eyepennies&#8221; na companhia da PJ Harvey.</p>
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