Peisheirada é o novo restaurante – ou tasca de sushi – de Lisboa. Sushi com e sem fusão pelo grande mestre Hatano. É mesmo ali no Rato no coração de Lisboa.
| Peisheirada |
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Foram muitas as ideias iniciais deformadas. Foram muitas as idas ao Rato, aos mercados e peixarias, foram muitos os esboços ao lado, foram muitos os azulejos e peixinhos pescados e pesquisados mas foi a história de vida do Bruno que me levou ao nome Peisheirada que, ao contrário da pescada, antes de o ser, não o era…mas isso é outra história (que para quem estiver atento dá para perceber no vídeo)! Pegando no nome é fácil entender a identidade, mas para chegar ao que parece óbvio, às vezes é preciso penar muito.
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Parabéns ao Entra que faz um ano no dia 21 de Maio de 2011. Este é o projecto de marca.
| Entra |
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O Entra faz um ano. Este post é quase uma espécie de celebração. Celebração porque este projecto mudou a minha forma de trabalhar para melhor (graças à menina Joana que muito me ensinou…e tanto haveria a dizer sobre isso) e porque tudo no Entra corre bem. Depois de um início em que se entrava mais por curiosidade, hoje, muito lisboetas rumam ao Entra e gostam de ali ficar – ou saem directos para o Lux, ou para o Braço de Prata ou para o Ferroviário. Não sou só eu a dizer isto, muito publicações no último ano referenciaram o Entra com um dos grandes e bons restaurantes da capital. Fico feliz por ter contribuído para esse sucesso, que espero, se mantenha por muitos anos. E por fim, parabéns ao Entra.
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Safra é am azeite do melhor que há em Portugal. Projecto com a assinatura Terra Premium.

Brochura | Arquitecto João Paciência | Trabalho realizado para Metropolis em Setembro de 2010.

Mutações/Ilustrações foram criadas para integrar um header de um site. Destaco estas duas. O cliente (que por motivos óbvios não posso citar) tinha uma forte ligação com a palavras “cor”. Daí, o porquê da sua utilização de uma forma tão vincada!
| Mutations | ||
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Criadas em Maio deste ano, estas Mutações/Ilustrações foram criadas para integrar um header de um site. Destaco estas duas. O cliente (que por motivos óbvios não posso citar) tinha uma forte ligação com a palavras “cor”. Daí, o porquê da sua utilização de uma forma tão vincada! Talvez um dia possam chegar a ver a luz do dia. Talvez uma gráfica, não?!
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Este é apenas um exemplo das várias dezenas de projecto que desenvolvi para a Talkmedia desde 2005. Para quem recebe a Logística Moderna no escritório…pois é….sou eu que “sofro” (este “sofro” é mesmo a brincar, dá-me um prazer enorme assumir a direcção criativa da LM) com ela todos os meses.
| Desafios da Logística |
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Sou um privilegiado por ter podido trabalhar e melhorar a revista, marcas e eventos da Talkmedia/Logística Moderna desde 2005. Esta identidade foi criada em 2007/2008 e pretendia passar uma mensagem desafiante. Trabalho em equipa, dificuldades, tarefas hercúleas, organização e parcerias, eram algumas das mensagens que se queriam ver passadas. Não me custa nada assumir que o design do evento se baseia no cartaz do BEN-HUR.
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Texto de entrada
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Helpo
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E foi andar a “passear” por todos os museus de Lisboa e arredores e pelas Fnacs e Bulhosas a ver tudo quanto era capa e miolo de Guia de Museus. Com o pão, quando era criança, tinha a mania de retirar o miolo sem ligar à côdea. Na paginação de um livro há uma certa tendência para sobrevalorizar a qualidade da paginação, da definição da grelha e da escolha da fonte em detrimento da capa. Pois aqui o caso foi um pouco diferente. Não havia como dar a volta à coisa! Arrisco-me a dizer que a maioria dos visitantes, passa na loja do Museu uma vez e um ano depois, com alguma sorte, volta lá novamente. Neste projecto, não consegui em momento algum deixar de pensar que, se queriam “comer” o miolo, tinham primeiro de “comer” a côdea! Não quero com isto dizer que descurei o interior. Não. O livro foi construído como um todo. A pesquisa tipográfica para a capa, já presopunha que a fonte (que iria ser usada também no miolo) tivesse um boa leitura e uma família suficientemente extensa para aguentar um livro de 140 páginas. Parece-me que tanto a capa, que nos faz parar a 10 metros, como o miolo, que não desvirtua a “arrumação” do museu funcionam harmoniosamente. As cores, posso dizer que ficaram escolhidas na primeira vez que fui ao museu fazer a pesquisa par ao livro (ainda tenho a minha voz gravada na máquina de filmar a dizer: “vermelho e dourado são as cores predominantes do museu, seja nas paredes ou nas obras”). 4 apontamentos finais: • Fiz, ao meu terceiro livro, o acompanhamento do livro à boca de máquina, onde ainda fui a tempo de corrigir algumas imagens menos felizes. • O projecto foi gerido pelo PLN na codex de forma exemplar o que facilitou a paginação do livro. • Pelo que me foi transmitido por responsáveis do museu (e brincando mais uma vez com a história do pão), o Guia está a vender-se que nem pãezinhos quentes. Está a ter tanto sucesso que vem aí a versão em inglês. • Vale a pena passar os olhos na última imagem aqui à direita. São as primeiras propostas. Para quem, como eu, já está habituado a dar ouvidos aos clientes, percebe que, a solução final e impressa é a melhor e mais equilibrada de todas as capas! Com a ajuda do cliente!…e para quem apanha um pouquinho mais de tipografia…só uma “palavra”…ui.
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