Art Direction: Brand Design, Brand Identity, Retail, Editorial, Print and Digital

This is some of the work i’ve done in the last years. You can check it by year of production or by the tags in the base of the page! It will me nice to have some opinions/critics about it.
Hope you enjoy! (Please scroll down to the end of the page were you will find other projects!)

Peisheiradapix

Peisheirada é o novo restaurante – ou tasca de sushi – de Lisboa. Sushi com e sem fusão pelo grande mestre Hatano. É mesmo ali no Rato no coração de Lisboa.

Peisheirada

Foram muitas as ideias iniciais deformadas. Foram muitas as idas ao Rato, aos mercados e peixarias, foram muitos os esboços ao lado, foram muitos os azulejos e peixinhos pescados e pesquisados mas foi a história de vida do Bruno que me levou ao nome Peisheirada que, ao contrário da pescada, antes de o ser, não o era…mas isso é outra história (que para quem estiver atento dá para perceber no vídeo)! Pegando no nome é fácil entender a identidade, mas para chegar ao que parece óbvio, às vezes é preciso penar muito.
Penso que o vídeo ajuda a entender um pouco o processo e as imagens falam por si. Este é o tipo de projectos que dão um gozo especial. Quando o cliente quer mudar para melhor e nos confia uma parte do futuro do negócio, quando o cliente se senta ao nosso lado e entra no processo, quando o cliente acredita que 5 meses de maturação e desenvolvimento são diferentes de uma semana de improviso, tudo é diferente para melhor. Não há trabalhos perfeitos, mas há projectos em que, pela vontade do cliente, sentimos que “isto” que nos saiu da imaginação fica entregue e em boas mãos.
E o que aqui está ao lado é apenas uma pequena parte do projecto. Faltará saborear o bom sushi do “Hatano”, ver de perto as ilustrações dos recrutados, cantar os fados da peisheirada, peisheirar no Facebook e pegar numa caneta e ser “parte” da Peisheirada.
Parabéns ao cliente e boa sorte.

pix

logo peisheirada

logo peisheirada

card

farda

ementa

ementa

bebidas

vinhos

site

loja peixeirada

ambientes peisheirada

ambientes peisheirada

ambientes peisheirada

ambientes peisheirada

ambientes peisheirada

ambientes peisheirada

ambientes peisheirada

ambientes peisheirada

ambientes peisheirada

Entra

Parabéns ao Entra que faz um ano no dia 21 de Maio de 2011. Este é o projecto de marca.

Entra

O Entra faz um ano. Este post é quase uma espécie de celebração. Celebração porque este projecto mudou a minha forma de trabalhar para melhor (graças à menina Joana que muito me ensinou…e tanto haveria a dizer sobre isso) e porque tudo no Entra corre bem. Depois de um início em que se entrava mais por curiosidade, hoje, muito lisboetas rumam ao Entra e gostam de ali ficar – ou saem directos para o Lux, ou para o Braço de Prata ou para o Ferroviário. Não sou só eu a dizer isto, muito publicações no último ano referenciaram o Entra com um dos grandes e bons restaurantes da capital. Fico feliz por ter contribuído para esse sucesso, que espero, se mantenha por muitos anos. E por fim, parabéns ao Entra.
E para quem ainda não conhece, aqui fica o site:
www.entra.pt

 





















Safratp_s_0005_6

Safra é am azeite do melhor que há em Portugal. Projecto com a assinatura Terra Premium.

Safra

O azeite Safra foi o primeiro de uma série de produtos gourmet criados pela terra Premium. Três azeites das três melhores safras (apanhas), de três das melhores cooperativas nacionais – Casa Branca, Valpaços e Vidigueira.
O projecto prevê para 2011 a criação e comercialização de uma vasta gama de produtos para distribuição no mercado externo.

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safra
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Brochura | Arq. João Paciênciajp_1

Brochura | Arquitecto João Paciência | Trabalho realizado para Metropolis em Setembro de 2010.

Brochura – Arquitecto João Paciência

Em Setembro de 2010 fui convidado pela Metropolis para fazer uma brochura para o arquitecto João Paciência.

A ideia foi criar um projecto que se comportasse como um “projecto”. Que vinculasse uma concretização e que fosse entregue em mão num formato menos arrumável.
Continuo a achar que o vínculo físico é uma das componentes mais importantes no desenvolvimento de peças gráficas. Termos algo que seja diferente ao toque ou que nos obrigue a ter um comportamento menos habitual, ajuda a criar uma memória física relativamente a esse objecto, o que faz com que tenhamos mais vontade de o guardar, de o fazer perdurar e por fim, de o memorizar.

Em Novembro de 2010 a ARJOWIGGINGS/INAPA atribuiu-lhe um 1º prémio na sua categoria.

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melhor brochura 2010

brochura joão paciência

brochura joão paciência

brochura joão paciência

Mutations/Illustrationsmutations

Mutações/Ilustrações foram criadas para integrar um header de um site. Destaco estas duas. O cliente (que por motivos óbvios não posso citar) tinha uma forte ligação com a palavras “cor”. Daí, o porquê da sua utilização de uma forma tão vincada!

Mutations
Criadas em Maio deste ano, estas Mutações/Ilustrações foram criadas para integrar um header de um site. Destaco estas duas. O cliente (que por motivos óbvios não posso citar) tinha uma forte ligação com a palavras “cor”. Daí, o porquê da sua utilização de uma forma tão vincada! Talvez um dia possam chegar a ver a luz do dia. Talvez uma gráfica, não?!
mutations
mutations
Desafios da logísticadesafios da logística

Este é apenas um exemplo das várias dezenas de projecto que desenvolvi para a Talkmedia desde 2005. Para quem recebe a Logística Moderna no escritório…pois é….sou eu que “sofro” (este “sofro” é mesmo a brincar, dá-me um prazer enorme assumir a direcção criativa da LM) com ela todos os meses.

Desafios da Logística
Sou um privilegiado por ter podido trabalhar e melhorar a revista, marcas e eventos da Talkmedia/Logística Moderna desde 2005. Esta identidade foi criada em 2007/2008 e pretendia passar uma mensagem desafiante. Trabalho em equipa, dificuldades, tarefas hercúleas, organização e parcerias, eram algumas das mensagens que se queriam ver passadas. Não me custa nada assumir que o design do evento se baseia no cartaz do BEN-HUR.

Ora vejam o link!

desafios da logística
desafios da logística
Helpohelpo

Texto de entrada

Helpo

E foi andar a “passear” por todos os museus de Lisboa e arredores e pelas Fnacs e Bulhosas a ver tudo quanto era capa e miolo de Guia de Museus. Com o pão, quando era criança, tinha a mania de retirar o miolo sem ligar à côdea.

Na paginação de um livro há uma certa tendência para sobrevalorizar a qualidade da paginação, da definição da grelha e da escolha da fonte em detrimento da capa. Pois aqui o caso foi um pouco diferente. Não havia como dar a volta à coisa! Arrisco-me a dizer que a maioria dos visitantes, passa na loja do Museu uma vez e um ano depois, com alguma sorte, volta lá novamente.

Neste projecto, não consegui em momento algum deixar de pensar que, se queriam “comer” o miolo, tinham primeiro de “comer” a côdea! Não quero com isto dizer que descurei o interior. Não. O livro foi construído como um todo. A pesquisa tipográfica para a capa, já presopunha que a fonte (que iria ser usada também no miolo) tivesse um boa leitura e uma família suficientemente extensa para aguentar um livro de 140 páginas.

Parece-me que tanto a capa, que nos faz parar a 10 metros, como o miolo, que não desvirtua a “arrumação” do museu funcionam harmoniosamente.

As cores, posso dizer que ficaram escolhidas na primeira vez que fui ao museu fazer a pesquisa par ao livro (ainda tenho a minha voz gravada na máquina de filmar a dizer: “vermelho e dourado são as cores predominantes do museu, seja nas paredes ou nas obras”).

4 apontamentos finais:

• Fiz, ao meu terceiro livro, o acompanhamento do livro à boca de máquina, onde ainda fui a tempo de corrigir algumas imagens menos felizes.

• O projecto foi gerido pelo PLN na codex de forma exemplar o que facilitou a paginação do livro.

• Pelo que me foi transmitido por responsáveis do museu (e brincando mais uma vez com a história do pão), o Guia está a vender-se que nem pãezinhos quentes. Está a ter tanto sucesso que vem aí a versão em inglês.

• Vale a pena passar os olhos na última imagem aqui à direita. São as primeiras propostas. Para quem, como eu, já está habituado a dar ouvidos aos clientes, percebe que, a solução final e impressa é a melhor e mais equilibrada de todas as capas! Com a ajuda do cliente!…e para quem apanha um pouquinho mais de tipografia…só uma “palavra”…ui.

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